Começamos pelas diferenças entre jogos e pela forma de trabalhar do organizador. Mapeamos as etapas de inscrição, confirmação e resultado, depois desenhamos os módulos que precisam de existir. A tecnologia acompanha o regulamento, em vez de o substituir.
Não tratamos todos os eventos como a mesma grelha. Um fluxo pode exigir equipas, séries ou sessões com várias etapas. O nosso trabalho é modelar essas necessidades, dar contexto às decisões e permitir que a organização acompanhe o estado de cada parte do evento.
O nosso ponto de observação é a operação: informação que entra, decisões que precisam de contexto e dados que ficam disponíveis para consulta. Um bom desenho torna estas relações legíveis, mesmo quando o formato de uma competição exige momentos de intervenção manual.
